Breves

por Manoela Ferrari

Mais um sucesso a caminho, o novo romance da Acadêmica Nélida Piñon, ainda sem título definido, é ambientado em Portugal, no século XIX.

Autoras homenageadas na Bienal do Livro do Rio, Ruth Rocha, 88 anos, e Ana Maria Machado, 77, preparam novas obras. Ruth chega pela Editora Moderna, em Almanaque, com 12 personagens da Turma do Marcelo. Ana Maria lança a antologia de poemas Brinco de Listas, pela Editora Global. Ambas completam 5 décadas de literatura.

Influencer, com mais de meio milhão de seguidores no Instagram, Monique Elias lançou seu primeiro livro: Eu já Existia, pela Editora Astral Cultural.

Após o sucesso em cidades de Portugal, o projeto Música no Museu lotou o Centro Cultural Brasil-Líbano, em Beirute. Em seguida, participou da programação dos 30 anos do CCBB e encerrou o XIV Rio Harp Festival, em cidades do Caribe e da Guiana Francesa.

Maria Luiza Penna Moreira tomou posse no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, recebida pelo sócio titular Arno Wehling.

Oscar Araripe abriu galeria pessoal, inovando no Ponteio Lar Shopping, em Belo Horizonte, autografando catálogos. Com mais de 100 exposições realizadas no país e no exterior, Araripe foi chamado de O Poeta das Cores, pelo ex-ministro da Cultura da França, Jack Lang.

Livros raríssimos dos séculos XIV e XV, pertencentes à Família Real portuguesa, já podem ser vistos na Biblioteca Nacional, em exposição assinalando os 500 anos da morte de Leonardo Da Vinci. A instituição foi convidada para participar, em 2020, de uma exposição em Roma, que celebrará os 500 anos da morte do multifacetado autor da Mona Lisa.

Com orçamento em torno de 12 milhões de reais, tem estreia prevista para 26 de dezembro o longa Minha mãe é uma peça 3, estrelado por Paulo Gustavo. A produção anterior alcançou 9,5 milhões de ingressos vendidos.

Iniciadas em 2011, as obras do Museu Judaico de São Paulo – Instituição detentora de um acervo superior a 2,5 mil objetos e documentos históricos – estão em fase de conclusão, com abertura programada para o primeiro semestre de 2020.

Artigos de 16 pesquisadores sobre a atual situação do país foram selecionados num só volume, pela Editora Unifesp, para apreciação e análise mais detida da sociedade brasileira, sob o título Brasil em Colapso.

Ganhou destaque nas páginas da The New Yorker uma resenha da versão em inglês de A Glória e seu Cortejo de Horrores, de Fernanda Torres.

Vinicius do Valle, sociólogo e professor da Faculdade Santa Marcelina, lançou Entre a Religião e o Lulismo – um estudo com pentecostais em São Paulo. A obra tem orientação do renomado jornalista e cientista político André Singer.

De Virgínia Woolf, traduzida por Tomaz Tadeu, a Editora Autêntica prepara uma publicação especial de Os Três Guinéus. No livro, há críticas ao militarismo e machismo dominantes na época, temas ainda muito atuais.

Lançado em abril na Itália e em setembro nos Estados Unidos e Inglaterra, Mio Nome é Greta, da jornalista Valentina Gianella, sai no Brasil em novembro, pela VR Editora. O livro é inspirado na jovem ativista ambiental sueca Greta Thunberg, de 16 anos, indicada ao Prêmio Nobel da Paz.

Será publicado em fevereiro de 2020, pela Editora Planeta, o primeiro livro da cantora Karol Conká. Reúne poemas escritos desde a infância.

O Menino Maluquinho, de Ziraldo, já teve mais de 100 edições e 3 milhões de exemplares comercializados através da Editora Melhoramentos.

Com tradução de Aurora Bernardini, a Ed. Áyiné lança, em dezembro, Poesias de Natal. Leva a assinatura do russo Joseph Brodky, Prêmio Nobel de 1987.

Em 2021, a Academia Espírito-santense de Letras vai comemorar o primeiro centenário de existência. Grandes eventos já começam a ser preparados pela atual diretoria, que tem à frente o historiador Francisco Aurélio Ribeiro.

Dono da tela Abaporu, pintada em 1928 por Tarsila do Amaral, tida como a mais valiosa da artista brasileira, o colecionador argentino Eduardo Constantini revelou em entrevista à jornalista Márcia Carmo, para o jornal Valor: “Não a venderíamos por dinheiro nenhum.” Ele a comprou em 1995, num leilão da Christie´s, em Nova York, por 1,3 milhões de dólares.

Desde a abertura, no fim de 2015, o Museu do Amanhã, na zona portuária carioca, tornou-se o mais visitado do Brasil, aproximando-se de 4 milhões de expectadores.

São José do Rio Preto, em São Paulo, registrou, no último mês, a primeira edição do Festival de Ações Literárias, tendo Paulo Freire como autor homenageado, com curadoria de Carolina Manzato. A novidade ficou com o sucesso da Vigília Literária, uma performance de 48 horas seguidas de leituras, com transmissão integral pela internet.

O maestro suíço Thierry Fisher vai assumir a direção musical da Orquestra Sinfônica de São Paulo, em 2020, sucedendo a americana Marin Alsep.

Fechado desde 2013, reiniciaram, em São Paulo, as obras de restauração do Museu do Ipiranga. Com previsão de reabertura para as comemorações do bicentenário da Independência, em 2022.

Milton Hatoum lança Pontos de Fuga, segundo volume da trilogia O Lugar mais Sombrio, pela Companhia das Letras.

Ismail Xavier lançou Um Pensador do Cinema Brasileiro, pela Editora Sesc-SP, na Livraria Martins Fontes Paulista.

Trazidos pela Literature Translations of Korea, os escritores Kim Kitaek e Park Min-gyu e Kang Byoung participaram de um evento literário no Centro Cultural Coreano de São Paulo.

O Centro Cultural Japan House, em São Paulo, instituiu um clube de leitura, com a finalidade de promover debates unicamente sobre autores nipônicos.

D. Pedro II ganhou nova história de vida, contada pelo pesquisador Paulo Rezzutti, vencedor de um Prêmio Jabuti. Editada pela Leya Brasil, chama-se A História Não Contada.

De 8 a 10 de novembro, Con-tagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, sediou a III Bienal do Livro.

Através de cursos, palestras e diversificadas práticas educacionais, há 55 anos, o Sesc desenvolve programações direcionadas ao envelhecimento saudável dos idosos, parcela populacional no Brasil que supera 30 milhões de habitantes. Esse trabalho, reconhecido pela ONU, movimenta mais de 50 mil pessoas, tornando-se referência mundial.